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Hoje

Hoje não pude deixar de ficar indiferente às Comemorações das Aparições de N.S. Fátima, cuja visibilidade aumentou com a presença do Papa.
Independentemente das diferentes perspectivas do povo, a verdade é que Fátima continua a mobilizar muita gente. Gente que passa por lá com alguma frequência e cuja visibilidade não é tão grande quanto aquela que os diferentes canais de TV transmitiram.
Paralelamente analisam-se no nosso país as possibilidades de aumentar impostos e do povo continuar a pagar as despas públicas que todos adquirimos, alguns inclusivamente antes de Nascer. Questiono-me se todos pediram para que a situação do nosso país melhorasse.
Basta abrir os jornais do dia, e tudo o que encontramos são trajédias: morte, acidentes, violações, assaltos.
Enquanto isso ostenta-se riqueza (que não temos) numa visita papal, nos planos do TGV, nas ajudas ao outros países da UE. E a nós quem nos ajuda?
Deve ser por isso que as pessoas sentem necessidade de se "agarrar" aos valores religiosos, à fé! É sempre bom acreditar em algo que nos faça pensar todos os dias que amanhã será melhor.
Os rituais repetem-se para alguns, euqnato para outros são novidade.... uma visita àquele "templo" religioso enche os corações dos crentes e daqueles que ainda que não sejam praticamente regulares activos da fé, continuam a sentir o chamamento para algo.
Gosto desta coisa de explicar o inexplicável. A fé, as crenças e os significados atribuidos são sempre úteis nestes momentos. Efectivamente se não fosse aquilo em que acreditamos, que valores teriamos na vida? Qual o significado da vida quando mais nada faz sentido?
Se não houver respostas, o melhor é fazer-se uma longa viagem ao interior de cada um de nós e encontrar estas perguntas (dúvido que encontremos as respostas) para encontrar o significado da missão que todos temos.
Da minha reflexão concluo que há que ajudar a colmatar as despesas públicas (das quais nem todos somos responsáveis), há que viver um dia de cada vez com alegria, há que viver cada momento como se fosse o último, e por último, usufruir dos momentos de felicidade e pensar que seremos felizes!

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