Poderemos escrever de tudo e mais alguma coisa, mas tudo o que hoje me apraz dizer é que quando nos propomos tecer algumas considerações sobre o mundo que nos rodeia, idependentemente das igualdades e diferenças, dos afectos e "desafectos", a verdade é que as nossas mensagens podem ser sempre (re)interpretadas de muitas formas e feitios.
Pergunto-me se as (re)interpretações, que a maioria das vezes nem sequer correspondem à ideia escrita, não seão um sinal de necessidades de ordem diversa, como diria o nosso A. Maslow na sua pirâmide das necessidades. Será que as (re)interpretações se baseiam nas necessidades fisiológicas, de segurança, sociais, de auto-estima e auto-realização. Em qual dos níveis estará quem (re)interpreta as nossas mensagens?Face a isto, fico satisfeita e com as minhas necessidades de auto-realização saciadas (e consequentemente todas as outras, como diria o Maslow), por perceber que inventaram os blogs para que através deles seja possível a quem lê de (rei)intepretar o que escrevemos e assim encontrarem um forma de saciarem as necessidades (segundo Maslow).
A ser assim, (re)interpretem, independentemente de lerem e compreenderem as linhas e as entre-linhas!
Perspectivas:)
ResponderEliminarUn chi