Nesta época, à semelhança de todos os dias do ano, é importante comunicar. Transmitir os sonhos, os desejos, o mundo imaginado e agradecer por, de uma forma ou de outra, podermos partilhar experiências e crescer em comunidade.
solidariedade
Há dias em que efectivamente estamos mais inspirados para reflectir e escrever.
Nesta época de encontros e desencontros, a vida parece que ganha outros sentido. De repente parece que se valorizam as pessoas e os momentos, tudo de vive com outro sentido, com outro olhar, os afectos modificam-se, tudo é simples e simplificado. Porque não se mantem esta atitude o resto do ano?
Socialmente somos desafiados a praticar mais gestos de solidariedade, de partilha, de dádiva. Os contributos acumulam-se, mas ano após ano, o desafio permanece. Ano após ano a sociedade continua a colaborar e a aderir massivamente a estes momentos.
Deixo hoje aqui uma homenagem àqueles que partilham e são solidarios ano todo e não apenas nesta época de Natal. Homegeio aqueles que diariamente partilham do seu tempo, a sua disponibilidade, o seu afecto, os seus bens com aqueles que mais necessitam. Felicito aqueles que diariamente se preocupam com outro, com o seu semelhante, trazendo abundância e calor humano aos dias daqueles que pouco podem fazer para se aquecer no regaço do afecto mesmo que este seja o seu mais profundo desejo.
É pela necessidade diária de afecto, de calor e de amor que a solidariedade diária e permanente deve ser uma constante, ainda que por vezes seja evidenciada de formas estranhas e não necessariamente pela via que mais desejamos e que nem sempre compreendemos.
O significado da vida
Recordo o dia em que num "pequeno" acidente de automóvel vi a vida passar-me á frente! Felizmente nada aconteceu, senão uma chapas do automóvel amachucadas.
Os dias que se seguiram foram de reflexão. Tudo era argumento para reflectir. Não houve espaço a arrependimentos do que tinha feito e do que deseja ainda fazer, contudo a ordem das coisas e as prioridades foram reorganizadas.
A amizade passou a ter outro valor, a relação com as pessoas fundamental. Optou-se por fazer juz ao que durante a vida aprendi, de que , há tempo para tudo.
O valor de uma refeição partilhada, de um gesto de carinho e de afecto, um abraço, um beijo, um olhar, os odores dos espaços por onde circulamos e das pessoas com quem partilhamos esses momentos. Preencher a vida com os outros e na partilha passou a ser fundamental.
Também a solidão passou a ser vivida de outra forma. Nesses momentos encontramo-nos connosco mesmos, redefinimo-nos como pessoas que somos, organizamos as nossas experiência, "arrumamos" o nosso espaço. Nesses encontros pessoais e intransmíssiveis, há lugar para todas as emoções e sentimentos, sorrisos e gargalhadas, tristeza e lágrimas. Todas estas experiênciasd fazem parte das nossas vidas.
Por vezes, recordamos aqueles que já partiram. Percebemos que essas pessoas permanecem onde nós as colocamos, no nosso coração. É no coração que nos (re)encontramos, que "matamos" a saudade, que recordamos as mensagens que nos foram transmitidas, recordamos momentos partilhados. São essas experiências que também contribuem para a nossa definição como pessoas e que nos orientam, tendo o futuro como horizonte.
A vida é isso mesmo. Tem o significado que lhe quisermos atribuir. Partilhamos a vida com aqueles que desejamos. A vida é um jogo, em que as ambições e expectativas se cruzam, e por vezes, pelas adversidades e surpresas agradáveis da vida, nos fazem mudar o caminho que ruma ao que se pretende ser e fazer.
A Vida
A vida é uma oportunidade, aproveita-a.
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saborei-a.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A... vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a.
(Madre Teresa de Calcutá)
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saborei-a.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A... vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a.
(Madre Teresa de Calcutá)
Children Learn What They Live (By Dorothy Law Nolte, Ph.D.)
If children live with criticism, they learn to condemn.
If children live with hostility, they learn to fight.
If children live with fear, they learn to be apprehensive.
If children live with pity, they learn to feel sorry for themselves.
If children live with ridicule, they learn to feel shy.
If children live with jealousy, they learn to feel envy.
If children live with shame, they learn to feel guilty.
If children live with encouragement, they learn confidence.
If children live with tolerance, they learn patience.
If children live with praise, they learn appreciation.
If children live with acceptance, they learn to love.
If children live with approval, they learn to like themselves.
If children live with recognition, they learn it is good to have a goal.
If children live with sharing, they learn generosity.
If children live with honesty, they learn truthfulness.
If children live with fairness, they learn justice.
If children live with kindness and consideration, they learn respect.
If children live with security, they learn to have faith in themselves and in those about them.
If children live with friendliness, they learn the world is a nice place in which to live.
If children live with hostility, they learn to fight.
If children live with fear, they learn to be apprehensive.
If children live with pity, they learn to feel sorry for themselves.
If children live with ridicule, they learn to feel shy.
If children live with jealousy, they learn to feel envy.
If children live with shame, they learn to feel guilty.
If children live with encouragement, they learn confidence.
If children live with tolerance, they learn patience.
If children live with praise, they learn appreciation.
If children live with acceptance, they learn to love.
If children live with approval, they learn to like themselves.
If children live with recognition, they learn it is good to have a goal.
If children live with sharing, they learn generosity.
If children live with honesty, they learn truthfulness.
If children live with fairness, they learn justice.
If children live with kindness and consideration, they learn respect.
If children live with security, they learn to have faith in themselves and in those about them.
If children live with friendliness, they learn the world is a nice place in which to live.
Estás Aqui para ser feliz
Não posso deixar de partilhar!
Efectivamente estamos aqui para ser felizes.
Felizmente temos uma memória selectiva.
Há que educar essa memória para evocar, guardar e ruminar sobre as experiências positvas da vida.
um desafio a todos nós!
O tempo passa
E nós só temos que ser felizes!
Em resposta.....
Depois de tão extensa situação descrita anteriormente apenas posso dizer que em todos os locais do mundo existe o que se designa persona non grata. São essas as que não escolhem os momentos para dizer o que quer que seja, que pensam que problemas, dúvidas e dificuldades (inclusivé de espirito) não afecta os outros! Perante os dados da emancipação da Suíça talvez consigamos perceber porque é que em Portugal a crise económica e laboral se apresenta como um buraco sem saída. Mas se é para comparar, vamos lá:
Portugal tem 10 milhões de habitantes, a Suíça tem cerca de 8 milhões.
Portugal tem uma taxa de desemprego de mais de 9% enquanto na Suíça é de 4,4%.
Em Portugal o salário médio é muito inferior a 900 euros por mês. Na Suíça o salário médio é de cerca de 5500 francos (mais de 4000 euros).
Portugal um indice de desenvolvimento humano de 0,909 enquanto na suíça o mesmo índíce é de 0,960.
A Esperança média de vida em Portugal é de 78,21 anos enquanto na Suíça é de80,85 anos
A Suíça tem um PIB per capita que permite viver com uma excelente qualidade de vida, sendo um dos países mais ricos do mundo.
Portugal é um país com costa marítima e com fronteira com Espanha. A Suíça não tem costa marítima, faz fronteira com a Alemanha, a França, a Itália e a Áustria.
Um assunto que merece muita da nossa atenção, sobre o qual poderiamos continuar a fazer inumeras comparações!
É certo que Portugal tem outras coisas boas... o clima e o mar deve uma das melhores!
Não existe um local 100% perfeito!
Preconceito, Racismo ou simplesmente Pobreza de espírito??
Quando surgiu a ideia de se criar este blog, seria para ambas as criadoras expressaram as suas opiniões sobre a Vida. Para ser sincera nunca tive necessidade de o fazer, até o dia de hoje....Sempre ouvi falar de racismo e preconceito. Mas sinceramente nunca pensei passar por uma situação destas....aliás, para ser franca, nem sei a que nome hei de dar à infeliz situação pela qual passei!
Acho que a maioria das pessoas pensam que a Suíça é um lindo país a visitar, mas acima de tudo um bom país para viver. As pessoas são justas e compreensivas com os outros e quem quer viver com qualidade de vida deve investir num país como este. Este discurso (que infelizmente eu tb cheguei a acreditar) faz me lembrar os contos de fadas, em que tudo é perfeito. Mas a Suíça está muito longe de ser um país perfeito! Apesar de ser um país rico a nível monetário e para já ter conseguido sobreviver à crise económica que abalou o mundo, a Suíça ou os Suissos são pessoas, como dizer....racistas? preconceituosas? ou, pura e simplesmente com pobreza de espirito??
.................................Eu axo que diria, pobreza de espirito! È ridiculo mas é a pura das verdades! já fui descriminada ao mais alto nível (penso eu, visto nunca me ter acontecido algo semelhante). Passo a citar apenas algumas frases para não vos secar com a história toda!
" - Lamentamos informá-la, mas para o posto que pretende e como é portuguesa, não vai conseguir arranjar trabalho na Suíça! Porque nós só gostamos dos portugueses para limparem a m***** que nós fazemos!"
" - Lamento, mas não sei se conseguirá arranjar alguém que lhe dê trabalho na Suíça! - Ai sim? Mas porquÊ? - Ó querida porque é portuguesa..."
" - Ai, está calada porque tu és portuguesa e não tens voto na matéria!"
" - Vocês os portugueses não têm educação nenhuma! E não se podem dar ao luxo de opinar sobre isto ou aquilo porque vocês são estúpidos e burros!"
Enfim...mas o mais frustante nem é ouvir isto! O mais frustante é de momento não ter a capacidade linguística suficiente para lhes responder à altura! Ou será que vale mesmo a pena perder tempo a responder-lhes??
Será que vale a pena descer ao nível deles? Será que vale a pena mostrar-lhes o quão ignorantes são? Para um país que se diz democrático, é estranho observar que a emancipação das mulheres só foi conseguida à pouco mais de 30 anos e, que apenas 85% das mulheres suíssas o conseguiram fazer. É estranho observar que os outros 15 % quando se casam, ainda ficam em casa a tomar conta dos filhos e só o marido é que é o ganha pão!
Mas as minhas mais importantes questões são: Porque carga de água é que os suíssos são assim para com os portugueses?? Será que têm inveja de nós sermos um povo mt mais alegre e hospitaleiro do que eles? Será que nos fundo têm inveja de nós aprendermos com mais facilidade qualquer tipo de lingua do que eles? De sermos muito mas muito mais inteligentes do que eles (sim, porque a inteligencia não é só intelectual mas é tb emocional)??
Infelizmente são questões para as quais acho que nunca vou obter resposta! De qualquer das formas fica a promessa de que para já eu "engulo todas estas situações", mas quando um dia for capaz de lhes responder à altura (e acreditem, esse dia já esteve mais longe!), das duas uma: ou lhes respondo com cabeça, tronco ou membros, ou trato da saúde oral ao povo de tal forma que os coitados nunca mais consigam/ousem falar para mal-tratar os portugueses!
(re)começar
A vida é feita de marcos. Marcos importantes nas nossas vidas. Etapas. Crises. Momentos.
Tempos que nos fazem olhar para trás de forma distante e reviver o passado que consolidado sustenta o presente e nos prepara para a incógnita do futuro.
Depois dos balanços e pausas (reparadoras) das férias, do sol, do calor do verão, das amizades e dos laços estabelecidos e reencontrados, do colo, dos odores a familiar, é tempo de definir novos projectos. Projectos que desejamos promissores de um mundo melhor, numa activa (co)construção da sociedade e dos espaços em que vivemos hoje e onde os nossos viverão amanhã.
Nesta etapa, desejo que todos possamos ser felizes nas nossas (co) construções, no estabelecimento de novos contactos , na continuação da definição da nossa identidade e na (re)escrita das nossas histórias de vida. Que este novo ano (lectivo) que agora inicia seja rico em calor humano, amizade, companheirismo, crescimento pessoal e profissional, rico em experiências e aprendizagens reflectidas.
É pois tempo de (re)começar. Considerar tudo o que somos, temos e já aprendemos para começar e abraçar com ânimo, criatividade e alegria os desafios que vão promover e fomentar mais e melhor conhecimento e auto-conhecimento.
Estupidez, ignorância ou "fazer-se desentendido"....
Pensei muito sobre estas coisas.... nomeadamente sobre o publicar ou não publicar este texto. Depois de muito pensar... cá vai!
Há três palavras ou expressões do título parece que se confundem, ou parece que há quem deseje continuar a confundi-lás!!!
Quando lemos algo podemos tecer também várias leituras. Por estupidez, igorância ou simplesmente para se "fazer desentendido" há quem continue a agir, falar, escrever ou seja, comunicar como sendo únicos proprietários/as da verdade. Não deixa de ser a sua verdade, mas não é única!
Como se não bastasse, partilham também as suas verdades "pseudoabsolutas" para mostar que entenderam o que leram.... mas pelo que partilham acredito que muitos dos autores originais digam que somos mesmo estúpidos!!! Afinal, não percebemos nada do que lemos e a pseudoverdade não passa disso mesmo!
Depois há a parte da ignorância.... quando se tecem comentários apenas por comentar, reflectindo que do que lemos nada apreendemos! Resta o consolo de se continuar na ignorância e de nem se perceber que todos e quaisquer comentários bateram na porta ao lado!
Por fim, e porque é duro assumir que é difícil ler, interpretar, descodificar mensagens, dar-lhes sentido coerente e sobretudo adivinhar o que levou alguém a escrever o que quer que fosse, é preferível ficar com o "fazer-se desentendido"!!
Com estes três tipos temos que lidar diariamente..... mas, sinceramente, há que estabelecer limites. Como alguém disse um dia: "Cada macaquinho no seu galhinho"!!!! Se entretanto decidirem continuar a comprar bolas de cristal na candonga, cursos teóricos ou por correspondência de tarot ou afins com vista a adivinhar o que vai na mente de quem escreve..... esqueçam!
energia
Há pessoas que nos fazem bem enquanto outras absorvem todas as nossas energias e nos matam lentamente. Das primeiras deseja-se proximidade, das restantes quremos distância. Será difícil perceber que lá por nós fazermos bem aos outros e dos outros se sentirem bem perto de nós, nós podemos sentir exactamente o oposto. Por isso mesmo há que manter algumas distâncias para que os outros se sintam bem não nos anulemos a nós próprios.... um pouco de egoísmo e demarcação clara de limites nunca fez mal a ninguém!
Stop - Work
Por vezes todos temos que parar, mas curiosamente quando mais necessitamos de o fazer é quando não somos sequer capazes de equacionar a possibilidade de o fazer! Uma ideia paradoxal que invade os nossos pensamentos.
São as nossas experiências que nos permitem desenvolver o auto-conhecimento e desta vez, (re)aprendi que por vezes não necessitamos de parar (na verdadeira ascensão da palavra) e ficar sem fazer nada, mas podemos necessitar de mudar de ambiente, mudar as rotinas, encontrar pessoas diferentes, contactar com outras culturas e perspectivas de vida!
Todos deveriamos ter o direito de beneficiar destas regalias, no mínimo, três vezes por ano! Os médicos deveriam começar a preescrever este tipo de terapêutica!
Todos seriamos mais felizes, se pudessemos mudar de ambiente, mesmo que para trabalhar!
força.coragem
Há momentos na vida em todos necessitamos de palavras de empenho e incentivo mas, não deixam de ser os momentos difíceis da vida que nos fortalecem e nos fazem valorizar as adversidades que superamos e as pessoas com quem as partilhamos. Por vezes é numa simples conversa, numa refeição tranquilamente partilhada que nos podemos exprimir e dar voz não apenas a nós mas também, sobretudo, às palavras dos outros.
Todos gostamos de ser um centro de atenções, num ou noutro momento, todos gostariamos que o mundo e as forças se unissem a nosso favor, mas todos temos que dividir e partilhar a atenção dispensada por várias pessoas. Ainda assim, num ou noutro momento todos gostamos de nos sentir únicos e especiais!
Hoje penso nas poucas pesssoas que me tem proporcionado momentos destes, mesmo sem que se apercebam dos efeitos positivos que têm em nós! Efectivamente compete depois a cada um de nós alimentar e procurar mais momentos de tranquilidade e paz, da voz que se dá aos outros!
Hoje apenas digo, obrigada Susy!
"Amo-te. Adoro-te. Vai em Paz."

"Amo-te. Adoro-te. Vai em Paz." é a frase que desde há algumas semanas resume muito bem um dos princípios mais importantes da vida. Amar é também deixar partir, deixar ir em paz! Eu própria não encontraria melhor forma de expressar e sintetizar tudo o que sempre pautou os espaços entre o possível e o impossível, o desejado e o indejado, a dor e o sofrimento, o sorrir e a alegria. É nestas dicotomias, complementares e contraditórias, que se podem sintetizar alguns dos melhores sentimentos que podem preencher o ser humano e a relação que se estabelece com os outros.Assim, se houver amor verdadeiro, será possível deixar partir com a alegria e a esperança de que noutro local e com outras pessoas se será feliz. Fica a alegria e o amor de momentos vividos e desfrutados que permanecem na memória e nas histórias que escrevemos na história com a gente, esta gente, que fica na vida da gente. É por isso que não há adeus, mas sim "até sempre", pois sempre encontramos as pessoas no sítio onde as deixamos, no coração, na memória e na história, a nossa história, sem que a chama se apague.
Frases da semana
"Ser gentil é mais importante do que estar certo"
"Podemos ouvir e sorrir a alguém quando não temos força para ajudar de outra forma"
"As tarefas simples, fazem maravilhas"
"Os pequenos acontecimentos diários tornam a vida espectacular"
"Quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer"
"A melhor maneira de crescer como pessoa é ceracando-me de gente mais avançada que eu"
"A felicidade e crescimento ocorre quando se está a escalar a montanha"
"A verdadeira escrita é diária, a do guião do teatro da vida"
Obrigada a quem as escreveu.
Obrigada à Luísa, Pinheiro, Ilva e Nuno
Cultivando
Cada vez mais admiro os ingleses, quando utilizam o "ing" na forma "continuous" dos tempos verbais pra transmitir a ideia de algo que se actá atualmente a desenvolver, como se fosse um projecto em construção actual.Também em Portugal se cultiva. Há quem esteja cultivando quintas no facebook, há quem prefira cultivar quintas todas as semanas, há quem cultive outras coisas independentemente do local, da hora ou da estratégia. Uma das coisas que podemos continuar "cultivando" é a amizade. É muito importante cultivar as relações de amizade, os afectos mais puros e mais desinteressados. Porquê cultivar a amizade? Simplesmente para cultivar algo que nos torne pessoas melhores, que contribua para a definição de cada um como pessoa, para haver momentos de partilha (bons e maus), para haver um "ombro" incondiocional, para simplesmente sabermos que há alguém algures.
Há que seguir cultivando....
Filosofando
Se pensamos, logo existimos, o melhor é continuarmos a pensar e escrever algumas coisas.... Enquanto pensamos e escrevemos também existimos, damos voz a nós próprios, lemos o que escrevemos, ouvimos o nosso pensamento, escutamos o nosso coração, conscencializamos-nos da nossa existência, conhecemos as nossas potencialidades, identificamos as nossas limitações, procuramos estratégias para solucionar as situações com que nos confrontamos no quotidiano e na nossa existência. De tanto pensar, podemos concluir que sabemos que nada sabemos mas, se chegamos a essa conclusão, é porque existimos, pensamos, reflectimos e continuamos a vida, vivendo de forma intensa, na esperança de que algum dia consigamos saber o que hoje não sabemos.
Tempo
O tempo parece ser um dos temas preferidos para se falar. Todas as pessoas falam do tempo. Fala-se quando está sol, fala-se quando está chuva, fala-se quando está nublado e, em última análise, nunca está bom tempo. Ou o tempo anda desafazado de nós ou nós andamos desfazados do tempo.Depois deste tempo, temos o tempo em horas, minutos, segundo, milésimos de segundo e outras unidades que, por serem tão pequanas não vale a pena citar aqui. Tempo de levantar, tempo de fazer as refeições, tempo de trabalhar, tempo de estudar.. tudo é tempo e todos temos o nosso tempo ocupado de uma forma ou de outra.
Num filme recente de que ouvi falar, fala-se do tempo biológico. Aquele que dizem que toca a homens e mulheres e cada um continua dentro do seu tempo e, ao seu ritmo. Ritmos biológicos diferentes em pleno respeito pelas diferenças individuais.Por fim, e depois de tantas versões do tempo (e não estão todas), acreditamos que o tempo chega para tudo. Ainda estou para descobrir como se para o relógio que conta os segundos, minutos e horas, como se para o tempo biológico, como se pára o tempo para que todos os dias sejam dias de sol (o meu tempo).
Fica a ideia de que posso conceber o meu tempo como quiser, desfrutá-lo da forma que entender e atribuir-lhe o significado que me parece mais adequado ao tempo.
Manter o tempo nas palmas das mãos, desfrutar o tempo que se nos oferece da melhor forma que conseguirmos, concretizar em tempo os nossos sonhos e projectos é sempre é um bom projecto para este e todos os tempos, afinal cada um de nós pode controlar o seu tempo.
(re)interpretações
Poderemos escrever de tudo e mais alguma coisa, mas tudo o que hoje me apraz dizer é que quando nos propomos tecer algumas considerações sobre o mundo que nos rodeia, idependentemente das igualdades e diferenças, dos afectos e "desafectos", a verdade é que as nossas mensagens podem ser sempre (re)interpretadas de muitas formas e feitios.
Pergunto-me se as (re)interpretações, que a maioria das vezes nem sequer correspondem à ideia escrita, não seão um sinal de necessidades de ordem diversa, como diria o nosso A. Maslow na sua pirâmide das necessidades. Será que as (re)interpretações se baseiam nas necessidades fisiológicas, de segurança, sociais, de auto-estima e auto-realização. Em qual dos níveis estará quem (re)interpreta as nossas mensagens?Face a isto, fico satisfeita e com as minhas necessidades de auto-realização saciadas (e consequentemente todas as outras, como diria o Maslow), por perceber que inventaram os blogs para que através deles seja possível a quem lê de (rei)intepretar o que escrevemos e assim encontrarem um forma de saciarem as necessidades (segundo Maslow).
A ser assim, (re)interpretem, independentemente de lerem e compreenderem as linhas e as entre-linhas!
Igualdades e diferenças
É curioso olharmos em volta e percebermos que o mundo gira em torno de semelhanças e diferenças. Há pessoas com quem nos identificamos numas dimensões da vida e outras com quem sabemos logo à partida de que tudo o que iremos encontrar são diferenças. As igualdades e as diferenças podem sem compatíveis, facilitar ou dificultar o relacionamento interpessoal. Ainda assim, associadas a essas semelhanças e diferenças, há qualidades e virtudes, defeitos e desvirtudes que podem ocupar mais ou menos do nosso tempo de reflexão e análise crítica.
Diariamente cruzamos com pessoas que nos complementam ou que constatamos que são semelhantes a nós, contribuindo para a definição da nossa identidade. Cruzam-se ideias, pensamentos, opiniões, gostos, interesses e muitas outras coisas sem as quais a vida e as relações não fariam sentido.
É nas igualdades e nas diferenças que nos damos sentido a nós próprios.
Dia Mundial da Criança: observar, estar atento, ouvir e escutar
Escrever é mesmo um vício, um vício saudável. um vício que podemos guardar ou partilhar.
Guardar ou partilhar as experiências da vida, os sabores e dissabores das experiências quotidianas e das observações que vamos fazendo por aqui e por aí, por todo e qualquer lugar.
Deslumbra-me a capacidade de observação e análise das nossas crianças e jovens, o poder e juízo crítico que apresentam, mas também as ideias, sugestões e contributos muito positivos e válidos que nos vão deixando aqui, ali e acolá! Contudo não deixo de me preocupar com a dificuldade que essas mesmas crianças ejovens têm em olhar para o seu umbigo ou verem-se ao espelho e serem também críticos e criativos em relação a si. Críticos e criativos não em relação às ideias que apresentam, mas sim em relação aos comportamentos que por vezes exibem para com os outros e pela dificuldade em encontrar e colocar em prática as respostas e soluções tão critivas e que poderiam ser tão mais produtivas e reconhecidas por aqueles que se dizem também crianças, jovens e adultos.A ser assim, se o reconhecimento dos outros é muito importante, olhar para o interior e exterior de cada um de nós não é menos. Há que ter a capacidade de observar e estar atento, de ouvir e escutar o mundo e o interior de cada um e o mundo exterior que nos rodeia e nos enriquece com as experiências que nos proporciona. Educar para a escuta e para a observação é uma preocupação e um caminho a percorrer não apenas neste dia mundial da criança, mas hoje e sempe!
Feliz dia Mundial da criança!
"Nunca deixarei de ser a criança que um dia fui!"
inter-pessoal
Cada vez mais me convenço da importância que as pessoas têm nas nossas vidas, as marcas que vão deixando, o quanto contribuem para que nos definamos como pessoas, o quanto este processo decorre naturalmente.
Por muito que os recursos de que dispomos para lidar com a ausência das pessoas façam parte de uma interminável panóplia, nem sempre estamos dispostos a folhear essa lista e passar dos pensamentos e intensões á acção, que é como quem diz passar da teoria à prática.
Efectivamente, em dias de sol, como os de hoje, podemos_
-visitar um museu
- passear á beira mar
- fazer um passeio de autocarro
- passear a pé
- ler um bom livro (em casa, num café ou numa esplanada)
- andar de bicicleta
- "molhar os pés" ao mar
- assitir a um bom filme
- fazer trabalhos manuais
- escrever num blog
- ouvir música
- fazer as lides domésticas (que por vezes adiamos)
(vou tentar continuar a fazer esta lista)
A verdade é que quando estas e outras acções são desenvolvidas com outras pessoas, consomem mais tempo e por isso os dias também se passam de formas muito mais agradáveis. Convivemos mais, e não pensamos tanto na "morte da bezerra" (quem não tem gado em que é que pensa?).
A ser assim, vou aproveitar este tempo, tentar lembrar-me por mais tempo do que hoje escrevo e das estratégias, e aproveitar para escrever outras linhas em coisas que não são blogs e fazer um longo passeio de automóvel (não há outra hipótese) para amanhã abraçar e receber em grande um novo dia, esperando continuar a partilhar todos os momentos com pessoas em permutas inter-pessoais constantes que nos enriquecem e fortalecem.
Mundo
Um mundo...
Sem ruídos
Em silêncio.
Sem pessoas
Sem laços.
Sem vida
E emoção.
Um mundo sem ruído
Desprovido de som, ritmo, timbre e pausas
Sem orientação,
maestros e maestrinas
Que, mais ou menos experientes,
Conduzem a missão
da busca de sentido e organização.
Um mundo em silêncio.
Silêncio de afectos e gestos
privado de trocas permanentes
entre os residentes.
Um mundo sem pessoas,
sem avenças e desavenças
Aventuras e desventuras
Que nos fazem repensar
O abrigo e local a encontrar.
Um mundo sem laços,
sem dar e receber,
sem trocas que nos fazem crescer
Sem regaços e apoios onde (sobre)viver.
Um mundo sem vida
Sem energia interna
sem motivações e interesses
objectivos e missões
que aqueçam todos os corações.
Um mundo sem emoção,
sem emoção de viver
de criar elos, laços e vínculos
por entre os silêncios e ruídos
dos dias e das noites
e assim viver.
Não imagino este mundo
Não é aqui que quero morar
Não é esse o espaço a encontrar e cultivar
Por isso há que o modificar.
Viver num mundo de sons e ruídos
de afectos e emoções
com pessoas que residem nos nossos corações
Com que temos laços e vinculações
Que orientam nas nossas sugestões
Dão sentido às nossas vocações
e emoção às nossas missões!
recomeçar
A ser assim, há que voltar a ganhar forças, re-equacionar estratégias para recomeçar as missões e os projectos. Recomeçar com um sorriso, com vontade, com motivação, empenho, com a alegria e esperança de brevemente sentir o gosto da vitória!
A ser assim.... vamos recomeçar a jornada e contribuir para que em solos e locais pouco férteis possam surgir flores, plantas e árvores enquanto símbolos da esperança, da vida e das pessoas que somos.
Um sorriso
Um sorriso
Dado ou emprestado
Oferecido ou Recebido
Vivido
Um sorriso de emotivo
alegre, triste,
contente, satisfeito
Seguro, inseguro
Simpático, acolhedor
Amigo, de amor
De dor e calor
de conforto
Autêntico, verdadeiro
Um sorriso de....
e de....
e ainda um sorriso de....
Por todos os motivos
E mais alguns
Podemos
Devemos
SORRIR
E dar a conhecer
O nosso sorriso!
:)
:)
:)
História que se vive
Senti o teu silêncio,
Estranhei a não resposta
Compreendi a dificuldade na decisão
Acompanho-te nessa missão.
Fazes a tua contagem
Expectante e emocionada
Paradoxa e segura
no futuro que advêm.
Sentirei saudade
Uma saudade bela e feliz
De uma amizade resistente
Que já se mostrou consistente
No passado e no presente.
Uma ida ao cinema
Uma saída nocturna
Um encontro diurno,
Um jantar entre amigos,
São apenas alguns momentos
De uma história que se escreveu imensa
E se vive de forma intensa.
As gargalhadas na sala escura
(Que mais ninguém compreende)
As risotas ao telefone
- Até bem de madrugada -
O ombro nos momentos dificeis
As respostas
As perguntas
Das situações incalculáveis
Das dúvidas existenciais.
Embrulha esses momentos
Num papel bem colorido
Numa caixa
bonita e transparente.
Sempre que desejares
Abre esses momentos
Recorda as pessoas
Os lugares
Os sorrisos
Os olhares
As palavras
As gargalhadas.
Tudo estará lá para ti
A caminhar contigo
E dizer-te que no teu caminho
Tens sempre o meu carinho.
Em contagem
Nesta época do ano, o sol começa a querer instalar-se de vez, mesmo que os meteorologistas sensibilizem para a possibilidade de ocorrência de aguaceiros. Sendo épocas repletas de actividades em que as festas das terrinhas começam a ser divulgadas, o povo inicia a contagem decrescente para o dia seguinte... sim, o dia seguinte vai ser sempre melhor que o dia de hoje!
Se a esperança de dias melhores tiver que passar por contagens decrescentes, independentemente das missões em que cada está envolvido, pois que seja!
Contem de forma decrescente para os objectivos!!!
rituais e hábitos
Serão os rituais diferentes de hábitos?
Na realidade penso que sim, mas também acredito em alguns momentos se confundem. Imagino que os rituais sejam vividos de forma mais intensa na medida em que não implicam a rotina que está presente quando falamos de hábitos. Os rituais devem ser mais vividos, mais emotivos e sentidos e não serem rotineiros. Estes rituais contribuem para a nossa definição enquanto pessoas. Os rituais reflectem as nossas caracteristicas pessoais, aliás, contribuem para o desenvolvimento. Os rituais permitem a partilha da nossa realidade e do nosso mundo, dos nossos amigos, a nossa família, as nossas emoções, os nossos sentimentos.
Sermos privados de partilhar esta parte da história de cada uma de nós seria condenar o nosso desenvolvimento e a nossa identidade.
Encontremos os nossos rituais para permitirmos o nosso auto-conhecimento.
mudaste
É incrível a forma como as atitudes que as pessoas têm umas para com as outras moldam o desenvolvimento de cada uma. Todos desejamos encontrar pessoas verdadeiras e que nos apoiem nas caminhadas, contudo quanto mais convivemos mais necessidade temos de nos proteger e de não nos mostrarmos tal como somos. É triste mas parece que para sobreviver num mundo tem que ser assim. É certo que o crescimento é constante e a aprendizagem intensa, repleta de sabores e experiências fantásticas que nos moldam e que nos vão permitindo conquistar um lugarzinho entre os sobreviventes. Apesar das adversidades investimos na conquista de um lugar seguro, repleto de afectos intensos, com portas de janelas que se abrem em vários sentidos e que proporcionem a entrada e saída de experiência, com paredes revestidas de cores alegras e onde entram e permanecem as pessoas.
# e #
Hoje escreve-se fazendo-se uma análise posterior do que foi o #36 e o #35. Dias intensos, de pouco sono mas também pouco cansaço. O ser humano tem destas coisas. Dias em que se percebem mudanças de humor intensas e incontroláveis... tudo o que apetecia era pôr o mundo a girar à nossa volta, sob as nossas regras, sob as nossas opinões e sob os nossos idealismos!
Todos deviamos ter pelo menos um dia para que as coisas corressem sob a nossa vontade!
# 37 (take 2) - De olho...
Depois da síntese pouco sintética das observações dos transportes públicos, tudo o que me apraz dizer é que o ser humano tem uma necessidade incrível de controlar e nem sempre o sabe fazer de forma subtil. Temos que controlar os horários dos transportes públicos, os horários das refeições, os horários do noticiário, os horários das telenovelas, enfim.... um "mundihorário" que todos querem controlar.
Como fazem os bombeiros, as equipas do INEM, a polícia, os professores e outros que dentro dos seus horários gerem adversidades a qualquer momento e tem que estar disponíveis. Há algum tempo parecia que ter um emprego era fixe, melhor que trabalho ja que o trabalho dá trabalho! Pessoalmente prefiro trabalho..... mesmo que tenha que me adaptar constantemente às exigências do meio.... não é fácil ser liberal num país que ainda tem enraizada a "relógiomania"! Mas já que há tanto para controlar e já que os relógios avançam independentemente das pressões que façamos, porque não se controla e contabilizam também as ausências na pausa do almoço, os dias em que se entra mais cedo (e parece que ninguém repara - note-se: parece!), os dias em que se sai mais tarde, os dias, ou melhor, noites em que continuamos a trabalhar não havendo tempo para a família que reclama ou para a qual parece cada vez haver menos condições! Enfim.... que mais se pode dizer de um mundo que se organiza nos seus horários nem sempre coincidentes com os de outras culturas.... podemos sempre pensar que tudo isto se deve às caracteristicas (por vezes divergentes) que herdamos devido a vidas passadas! Todas as explicações são válidas, desde que coerentes, e esclarecedoras do comportamento de controlo do ser humano.
Síntese:
Estão de olho e estou de olho
(vá-se lá saber em quê ou em quem!)!!!
# 37 - Pause sem "Kit-Kat"
Possivelmente hoje escrevo por etapas!
Sabe tão bem podermos olhar por nós! Não necessariamente cuidar da nossa beleza (interior e exterior) mas encontrarmos espaços e momentos para nos encontrarmos. Devo salientar que durante muito tempo fiz muitas e longas viagens de forma muito contínua e, adivinhe-se, utilizando transporte públicos (devo ter quota em alguma empresa!)!!! Esta semana decidi fazer o mesmo e aqui estou eu. As novas tecnologias permitem-nos escrever online enquanto viajamos! Para além disso, nessas viagens podemos ler, observar pessoas (que ora palram ora falam ora se aborrecem, que fazem crochet ou que simplesmente se passeiam....) e enquanto fazemos isso vamos organizando os nossos pensamentos. Para além disso é uma boa forma de nos sentirmos parte do mundo!
A rotina do dia-à-dia é devaras desgastante, faz-nos perder o paladar (apurado) de desfrutar da vida com todo o seu sabor! Por outro lado, romper com as rotinas pode ser gratificante, pode significar que alguém nos procura, nos telefona e até precisa de nós (mesmo que por motivos profissionais e certamente porque a necessidade de ajudar a resolver algo já emergiu e começa a sufocar alguém!)!
É agradável sentirmos que somos desejados, que alguém nos telefona mais que não seja para dar duas de treta, quem sabe tomar um café, chá ou laranjada e continuar a dar duas de treta (não vão os músculos da língua ficar dormentes!). Não temos necessariamente que falar deste ou daquele, ou, desta ou daquela, mas podemos falar disto e daquilo!
Pois vem, avizinha-se o regresso ao mundo do contra-relógio, do tudo para fazer e nada feito, das tarefas que vão surgindo e que ora nos fazem sentir competentes ora nos ridicularizam, das tarefas que põe à prova a nossa capacidade de gerir o tempo e de lidar com as adversidades que teimam em apresentar-se de forma subtil e imperiosa a cada segundo que vivemos!
Saberá o ser humano viver sem este stress!? Será que enquanto fazemos crochet ou assistimos a filmes no PC durante as viagens estamos a evitar encontar-nos connosco! E escrever em blogs, será que também nos impede de fazer essa caminhada ao nosso interior?! Pois bem, neste momento, prefiro acreditar que todas estas actividades contribuem de forma muito vincada para o nosso auto-conhecimento e para a nossa auto-organização, para que no minuto seguinte estejamos fortalecidos e mais capazes de enfrentar e sobretudo admirar um mundo que tem uma oportunidade que espreita a cada adversidade!
Resumo da história: há que fazer estas pausas mais vezes! Viva o transporte público e os momentos que estes nos proporcionam! (Ah, só mais um aviso: nos comboios regionais também podem circular bicicletas e sem custos adicionais, só não percebi que podemos fazer gincanas nos corredores! Mas fica a ideia e as felicitações a quem pensou nos adeptos do cicloturismo ou utilizadores habituais destes veículos de 2 rodas).
# 38 - (multi)culturalidade
Depois do desafio lançado ontem, efectivamente os transportes públicos guardam muitos segredos e uma viagem daria para escrever um romance! Se por um lado encontramos cidadãos de múltiplas nacionalidades, também não deixa de ser verdade que cada um de nós tem a sua cultura, aliás, é fundamental que cada um de nós encontre a sua cultura, a sua identidade, o seu lugar!
Por muito que gostemos de viajar e conhecer o mundo, o nosso cantinho é sempre o nosso cantinho. Um cantinho, um lugar seguro que partilhamos com aqueles que são especiais e de quem sentimos que estamos próximos! Nem sempre é fácil encontrar este espaço e demarcar este território. Podemos ser sempre cidadãos do mundo, mas necessitamos dos outros para viver e para sermos felizes, necessitamos de observar os outros, de acompanhar as rotinas dos outros, de permitir que os outros também nos monitorizem (ainda que em doses Q.B.). Continuando, a multiculturalidade com que nos confrontamos no dia-à-dia contribui para que, por comparação, também nos consigamos definir e conhecer a nós mesmos como pessoas também multiculturais, multifacetadas, pertencentes a uma série de grupos diferentes e que nos complementam como pessoas e seres "uno" e únicos. Deste modo, precisamos de todos para construir o mundo e a nós próprios!
#39 - (des)orientação
Desejaria neste da partilhar as aventuras mais emocionais que pude experimentar, contudo hoje apenas há desventuras. Podemos não acreditar no destino, mas que há dias em que nos perdemos mais do que uma vez, há, e disso não tenham dúvidas. O mais insólito é perdemo-nos por entre o conhecido e os locais conhecidos. Quando nos perdemos, geograficamente falando, vivemos sensações de desespero e desesperança... a determinada altura questionamo-nos sobre as vezes que nos perdemos connosco mesmos e nem sequer nos apercebemos. E dentro de nós não há sinais ou tabuletas indicadoras do rumo e do melhor sentido e direcção a tomar! Isso é que é uma prova! Foi uma prova neste dia #39!
Como se não bastasse, perder-me numa ida, ainda me perco num regresso!
Resumo da história: os automóveis são muito úteis, mas isolam-nos do mundo! Eles são uma caixinha na qual nos protegemos de um mundo que nem sempre é afável e acolhedor! protegemo-nos das pessoas com quem não interagimos, pois a qualquer esquina pode estar a polícia e nem às imprecisas orientações do GPS conseguimos estar atentos. Mais vale andar a pé ou utilizar os transportes públicos!
Numa noite que se evideciaria tranquila, os pensamentos e emoções apresentam-se ambíguas. Neste país gostamos de trabalhar e de saber que contribuimos para algo no nosso país, mas por vezes concluímos que trabalhar não compensa.... para quê deixarmos de ter tempo para nós em prol das actividades que desenvolvemos para este país, quando o défice parece continuar a aumentar e o zé povinho parece que cada vez vai pagar mais! Enfim.... há mesmo que reequacionar a vida e nos nossos valores!
# Day 39 - Good!!!! :)
40 dias
Se a viagem à volta do mundo demorou 40 dias, as missões em que nos envolvemos também podem ter essa duração até se começarem a evidenciar os resultados. A maior missão, é o desafio de ao longo desses 40 dias a missão ser envolta em afecto, segurança, tranquilidade, paz... tudo aquilo que há que buscar num mundo que se tem revelado competetitivo, ameaçador e bastante intimidatório para crianças, jovens, adultos e idosos. As recentes notíciãs dos aumentos dos impostos em nada nos satisfazem, mas a missão permace! A vida connosco mesmos deve continuar a ser vivida com serenidade e paz, numa viagem que se prolonga para além dos 40 dias inicialmente decretados.
# Day 2 - Mission :)
Missões
A vida é feita de projectos, de actividades e tarefas nas quais nos empenhamos. Há quem também lhes chama "Missões". Talvez a palavra Missão encete em si mesma a noção de compromisso que assumimos connosco mesmos mais do que com os outros. Não temos necessariamente que nos envolver em Missões de entrega aos outros, de dávida e cuidado aos demais, podemos entregar-nos a missões que nos façam felizes a nós próprios. Isto não faz com a missão seja egoísta. Podemos envolver-nos em missões pessoais, para que estejamos bem connosco mesmos e, consequentemente e consecutivamente, entregarmo-nos de alma à vida e àqueles que connosco a partilham.
Assim sendo, decreto aqui o 1º dia da minha missão.... a missão de mim para mim!
Mission: #1 - No sugar! :)
"Mania de Escrever"
Começa a tornar-se viciante escrever aqui e partilhar as experiências mais e menos gratificantes do quotidiano. Mais do que descrever essas experiência, descrevemos as emoções, sentimentos e pensamentos que emergem dentro de nós. Surge assim o "bom vício" de escrever, de nos auto-decobrirmos, de nos darmos a conhecer como pessoas, procurando e encontrando a cada letra, a cada palavra e cada frase o tesouro que há dentro de nós!
Estes dias tem sido em cheio. Cheio de novidades sociais e de carácter nacional (mas deixemos as questões políticas de lado), cheio de novidades relacionadas com as manifestações de fé desencadeadas pela vinda do papa (sobre o que também já falamos), cheio de contactos com pessoas com experiências diferentes.
Descobrimos, ou menlhor, redescobrimos a importância de estar com os outros sem ter necessariamente que partilhar os pormenores da nossa vida. Redescobrimos a alegria de partilhar momentos que queremos integrar na nossa história, e simplesmente os partilhamos. Trocam-se ideias, opiniões, pensamentos e emoções cuja diversidade aceitamos incondicionalmente. Identificamo-nos com pessoas que, sem que conheçamos as histórias delas (o que não é necessário), acolhemos na nossa história e nas nossas vidas. Ninguém tem que partilhar o que não deseja. Há que criar espaços e momentos para que no nosso interior nos possamos organizar e só depois disso, em consciência, poderemos decidir o que partilhar, como partilhar e quando partilhar.
Alegro-me pelos momentos que conhecidos e desconhecidos proporcionaram nestes dias, pelos laços de amizade, afecto e companheirismo que permitiram viver de forma partilhada! Poderemos não nos voltar a encontrar, mas o espaço e a descoberta que proporcionaram que acontecesse é, ainda neste momento, indiscritível e inqualificvável! Mas efectivamente é viciante partilhar estes momentos aqui!
Afecto
Depois de um video particular que vi ontem, não pude deixar de pensar no quanto os factos nos fortalecem.
Pensei no recente luto e na dor que ele causou, mas hoje penso sobretudo no quanto esse efacto nos torna mais fortes, mais resistentes e resilientes. Também nos tona mais afectivos (com algumas pessoas), capazes de partilhar momentos de "parvalheira", momentos de riso e lágrimas, momentos de "esmiuçar os sufrágios"... momentos de... momentos que pautam a nossa vida, que nos fazem reflectir e integrar o passado, usufruir o presente e projectar no futuro! O futuro só faz sentido com pessoas e com afectos! A vida futura, onde estaremos amanhã, é para ser vivida com intensidade.
Hoje
Hoje não pude deixar de ficar indiferente às Comemorações das Aparições de N.S. Fátima, cuja visibilidade aumentou com a presença do Papa.
Independentemente das diferentes perspectivas do povo, a verdade é que Fátima continua a mobilizar muita gente. Gente que passa por lá com alguma frequência e cuja visibilidade não é tão grande quanto aquela que os diferentes canais de TV transmitiram.
Paralelamente analisam-se no nosso país as possibilidades de aumentar impostos e do povo continuar a pagar as despas públicas que todos adquirimos, alguns inclusivamente antes de Nascer. Questiono-me se todos pediram para que a situação do nosso país melhorasse.
Basta abrir os jornais do dia, e tudo o que encontramos são trajédias: morte, acidentes, violações, assaltos.
Enquanto isso ostenta-se riqueza (que não temos) numa visita papal, nos planos do TGV, nas ajudas ao outros países da UE. E a nós quem nos ajuda?
Deve ser por isso que as pessoas sentem necessidade de se "agarrar" aos valores religiosos, à fé! É sempre bom acreditar em algo que nos faça pensar todos os dias que amanhã será melhor.
Os rituais repetem-se para alguns, euqnato para outros são novidade.... uma visita àquele "templo" religioso enche os corações dos crentes e daqueles que ainda que não sejam praticamente regulares activos da fé, continuam a sentir o chamamento para algo.
Gosto desta coisa de explicar o inexplicável. A fé, as crenças e os significados atribuidos são sempre úteis nestes momentos. Efectivamente se não fosse aquilo em que acreditamos, que valores teriamos na vida? Qual o significado da vida quando mais nada faz sentido?
Se não houver respostas, o melhor é fazer-se uma longa viagem ao interior de cada um de nós e encontrar estas perguntas (dúvido que encontremos as respostas) para encontrar o significado da missão que todos temos.
Da minha reflexão concluo que há que ajudar a colmatar as despesas públicas (das quais nem todos somos responsáveis), há que viver um dia de cada vez com alegria, há que viver cada momento como se fosse o último, e por último, usufruir dos momentos de felicidade e pensar que seremos felizes!
"The Bounty Hunter"
Fui ver e depois de algumas gargalhadas (que certamente a restante assistência não compreendia), dei comigo a pensar nas desculpas que os homens inventam para "caçar prémio"! Efectivamente as mulheres são tesouros, mais valiosos que uma bela quantidade de dólares (ou euros)... contudo, o orgulho e a falta de.....é tal que eles preferem assumir que andam à caça do dinheiro como recompensa do que assumir que andam mesmo caidinhos por uma bela mulher!!!
Indispensável será dizer que quando as coisas são correpondidas, enquanto for exequível, o sucesso pode ser garantido!
Como as mulheres rentabilizam mais os neurónios para pensar na linguagem dos afectos, tudo o que os homens dizem ou fazem pode contribuir para o (in)sucesso de tudo e mais alguma coisa. Conclusão: "alle.soft" com os prémios, parece ser uma boa receita!
Como as mulheres rentabilizam mais os neurónios para pensar na linguagem dos afectos, tudo o que os homens dizem ou fazem pode contribuir para o (in)sucesso de tudo e mais alguma coisa. Conclusão: "alle.soft" com os prémios, parece ser uma boa receita!
benvindos
A expressão "benvindo" é utilizada numa variedade de contextos e com múltiplas pessoas. Esta palavra reflecte a diversidade das pessoas, da realidade, do mundo e das atribuições e significados que dele fazemos.
Podemos dar as boasvindas a um amigo, a um colega, a um conhecido. Damos as boasvindas sempre que chegamos a uma nova cidade, aliás todas elas têm uma tabuleta a dizer essas coisas.
Se analisarmos o significado da palavra, podemos constatar que esta é uma palavras que funciona como um marco, uma passagem, uma transição.
Também podemos dar as boas-vindas a uma mudança, a uma nova etapa, a uma novo desafio.
Há amigos que nos podem dizer "bem-vindos"...
O mais semelhante que conheço em momentos de dificuldade é : "Benvinda, o mundo não pára só por tu parares", que é como quem diz, benvindos à realidade.
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1. Empenho e convívio (melhor que o empenho no convívio é impossível!!!)
2. Comportamento - como pessoa feliz (smile, smile & smile)
3. Plano (por fases) - como diz o ditado: atrás de dia, dia vem!
4. Escrita (a sugestão é de um diário... pode ser um blog?!)
5. Criatividade na decoração (cor.... preto e branco também são cores?!)
6. Programa com adrenalina (all night long, serve?)
7. Pensar do lado positivo (há outro lado?!)
8. Assumir desafios sozinhas/os (já agora também os riscos e as consequências)
9. Arranjar companheiros de 4 patas (podem ser 2 inferiores e 2 superiores, assim do tipo bicipede?!)
10. Estimular cumplicidade (há outra forma de se viver feliz?! - cumplicidade numa redoma de vidro deve ser dificil!)
11. Jogar alto (atenção ao risco e cuidado com possíveis perdas económicas!!! e quem não joga?!)
12. Evitar ser enganada/a (como se alguém gostasse de ser enganado.... aliás, não fazemos outra coisa na vida senão enganarmo-nos mutuamente e, pior, enganarmo-nos a nós mesmos)
Ventos...
"Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai para sempre..."
(Bob Marley)
"desculpas..."
Esta semana recebi um mail onde era referido em letra garrafais: "as desculpas não se pedem, evitam-se".Num primeiro impacto parece-me sensato, mas demasiado teórico!
1º) se todos nós fazemos as coisas com as melhores intenções... logo, para quê pedir desculpa?
2º) há momentos em que por muito que desejemos evitar as desculpas... talvez sejamos capazes de tudo mas envolvermo-nos nessa árdua tarefa é mais do que uma missão impossível! Afinal, aponte o dedo aquele que nunca errou....
Não estamos cá para condenar ninguém mas para nos compreendermos, apoiarmos e de vez em quando tecer umas considerações em relação ao facto do mundo não parar quando nós desejamos parar um pouco!
Gente, pausas são momentos muito necessários para o equilíbrio de todo o ser humano.
Flor
É sempre muito bom começar o dia com mensagens muito positivas e de pessoas muito especiais. Obrigada!
Tomo a liberdade de partilhar:
Para ti !
Tomo a liberdade de partilhar:
Para ti !
Chega um momento na tua vida em que efectivas quem é importante para ti, quem nunca foi, quem não é mais e quem o será para sempre.
Amizade
Amigos
Todos os dias vos encontro
mesmo quando não vos vejo.
Encontro-vos nos gestos,
Nas palavras, no afecto.
Naquele abraço,
Naquele regaço.
Encontro-vos com aquele sorriso
Descubro-vos todos os dias.
Às vezes gostava
de gostar
de ser igual a mim mesma
nos afectos
nas emoções
e tocar nos corações
Às vezes gostava
de dar e receber no mesmo momento
com o mesmo alento
fortalecendo o sentimento
de quem torna as pessoas
pessoas especiais
Amigo, amiga
Estás cá e lá
aqui, ali e acolá
Guardo-te e protejo-te
Guardo o teu sorriso
Guardo o teu abraço
Guardo o teu calor
Guardo o teu olhar
Guardo o teu discurso
protejo a amizade.
Círculo da vida
Vivemos em circulo...
Os dias passam
Há pessoas que vão
Há pessoas que vem
O círculo é feito de partidas e chegadas
Partem os lutos
Partem aqueles e aquilo que se perde
Porque se esgotou
Porque nunca se pôde ter
Porque teve mesmo que ser
pessoas,
experiências e momentos que se (re)vivem
Só com pessoas a vida faz sentido
Só as pessoas nos enchem o coração
Só as pessoas nos são o alimento
Só as pessoas nos enchem de emoção
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