Já ca estamos outra vez!
Dito de outra forma: gira o disco e toca (quase) o mesmo.
Exactamente: quase!
Sim, porque não é bem a mesma coisa.
Os tempo passa. Os meses repetem-se, 12 meses depois estamos de novo no mesmo mês e, quase, no mesmo dia, talvez até no mesmo local.
Quase em Maio, já a maior parte das Academias do país se dedicam a viver e beber até ao fim da queima das fitas. São estas épocas que, uns recordam, outros revivem e outros vivem pela primeira vez. São estas épocas que integram alguns dos mais importantes rituais de transição. Para outros, mesmo superados esses rituais, todos os anos os vivem de forma diferente e reescrevem as histórias. Sim, reescrevem. Felizmente! Nada acontece duas vezes exactamente da mesma forma.
Mais um passo em frente neste jogo de "macaquinho do chinês", onde todos desejam aproximar-se dos objectivos, muitas vezes, os mesmos objectivos. A estratégia pode diferir. Uns são sorrateiros e discretos, caminhando pé ante pé enquanto outros correm, voam e fazem ruídos que velozmente os levam.... onde quer que seja.
Também este ano, lá estaremos. Umas vezes, seja por caminhos discretos seja por atalhos indiscretos.
Já cá estamos outra vez!
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